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Política Espacial Brasileira

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Discutir o futuro da política espacial e recolher sugestões para transformar o Brasil numa das Nações com autonomia para explorar os recursos espaciais são os objetivos desta comunidade. Participe!

Debate Virtual

  1. Discussão das ideias

    Fase Encerrada

  2. Formulação do texto no Conselho

    Fase Encerrada

  3. Tramitação do PL 7.526/2010 na Câmara

    Fase Atual

Contexto

Política Espacial Brasileira

O Brasil faz parte do seleto grupo de Nações que mantém atividades de exploração do espaço. No total, doze países suportam políticas para o uso e aproveitamento dos recursos espaciais. Os programas espacias são intrinsecamente de natureza pública, uma vez que os investimentos são altos, os riscos, elevados e os resultados só vêm no longo prazo.

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Conteúdo

Sobre a Comunidade

Em 1961, o Brasil deu início oficialmente às primeiras ações de exploração do espaço sideral. Vários programas e projetos foram lançados com vistas ao desenvolvimento de tecnologia que permitisse o uso do ambiente espacial em benefício da sociedade. Após quase 50 anos de existência, o programa espacial brasileiro ainda busca atingir seus objetivos iniciais: a autonomia para o lançamento de satélites, com as mais diversas finalidades.

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Notícias

ALTOS ESTUDOS - Projetos estruturais têm mais de 20 anos e não foram concluídos

Em resposta a um profissional do Jornal da Ciência, o relator Rodrigo Rollemberg ressaltou que projetos como o Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS) ou o veículo Lançador de Satélites (VLS-1) ainda não foram concluídos, apesar de terem mais de 20 anos e serem estruturantes do Programa Espacial Brasileiro.
Ele citou que o CBERS permite que o Brasil projete-se no mundo como um dos maiores distribuidores de imagens de sensoriamento remoto. O projeto, considerou, é um bom exemplo de uma parceria bem sucedida com a China, mas que ainda não logrou resultados. “Não conseguimos adquirir tecnologia, em anos de parceria, para desenvolver, sozinhos, um satélite desse porte”, lamentou.
Rollemberg também se mostrou contrário ao abandono do projeto do VLS-1. “No estudo vamos apontar sua importância, porque os lançadores são a parte mais delicada de qualquer programa espacial, por se tratar de uma tecnologia dual”, argumentou. (VA)

Jornal da Câmara - 23/03/2010

Contribuído por e-Democracia Câmara dos Deputados


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